PREGAÇÃO

1-33

 

15 A imitação a Cristo. A simpatia e o altruísmo 1-13

 

15:1 Ora, nós que somos fortes devemos suportar as debilidades dos fracos e não agradar-nos a nós mesmos.

 

 15:2 Portanto, cada um de nós agrade ao próximo no que é bom para edificação.

 

 15:3 Porque também Cristo não se agradou a si mesmo; antes, como está escrito: As injúrias dos que te ultrajavam caíram sobre mim.

 

 15:4 Pois tudo quanto, outrora, foi escrito para o nosso ensino foi escrito, a fim de que, pela paciência e pela consolação das Escrituras, tenhamos esperança.

 

 15:5 Ora, o Deus da paciência e da consolação vos conceda o mesmo sentir de uns para com os outros, segundo Cristo Jesus,

 

 15:6 para que concordemente e a uma voz glorifiqueis ao Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo.

 

 15:7 Portanto, acolhei-vos uns aos outros, como também Cristo nos acolheu para a glória de Deus.

 

 15:8 Digo, pois, que Cristo foi constituído ministro da circuncisão, em prol da verdade de Deus, para confirmar as promessas feitas aos nossos pais;

 

 15:9 e para que os gentios glorifiquem a Deus por causa da sua misericórdia, como está escrito: Por isso, eu te glorificarei entre os gentios e cantarei louvores ao teu nome.

 

 15:10 E também diz: Alegrai-vos, ó gentios, com o seu povo.

 

 15:11 E ainda: Louvai ao Senhor, vós todos os gentios, e todos os povos o louvem.

 

 15:12 Também Isaías diz: Haverá a raiz de Jessé, aquele que se levanta para governar os gentios; nele os gentios esperarão.

 

 15:13 E o Deus da esperança vos encha de todo o gozo e paz no vosso crer, para que sejais ricos de esperança no poder do Espírito Santo.

 

14-21 A explicação de Paulo

15.14-16.27 Os planos de Paulo e as saudações conclusivas

 

15:14 E certo estou, meus irmãos, sim, eu mesmo, a vosso respeito, de que estais possuídos de bondade, cheios de todo o conhecimento, aptos para vos admoestardes uns aos outros.

 

 15:15 Entretanto, vos escrevi em parte mais ousadamente, como para vos trazer isto de novo à memória, por causa da graça que me foi outorgada por Deus,

 

 15:16 para que eu seja ministro de Cristo Jesus entre os gentios, no sagrado encargo de anunciar o evangelho de Deus, de modo que a oferta deles seja aceitável, uma vez santificada pelo Espírito Santo.

 

 15:17 Tenho, pois, motivo de gloriar-me em Cristo Jesus nas coisas concernentes a Deus.

 

 15:18 Porque não ousarei discorrer sobre coisa alguma, senão sobre aquelas que Cristo fez por meu intermédio, para conduzir os gentios à obediência, por palavra e por obras,

 

 15:19 por força de sinais e prodígios, pelo poder do Espírito Santo; de maneira que, desde Jerusalém e circunvizinhanças até ao Ilírico, tenho divulgado o evangelho de Cristo,

 

 15:20 esforçando-me, deste modo, por pregar o evangelho, não onde Cristo já fora anunciado, para não edificar sobre fundamento alheio;

 

 15:21 antes, como está escrito: Hão de vê-lo aqueles que não tiveram notícia dele, e compreendê-lo os que nada tinham ouvido a seu respeito.

 

Os planos de Paulo para visitar Roma: 22-23

 

15:22 Essa foi a razão por que também, muitas vezes, me senti impedido de visitar-vos.

 

 15:23 Mas, agora, não tendo já campo de atividade nestas regiões e desejando há muito visitar-vos,

 

Paulo pede as orações

 

15:24 penso em fazê-lo quando em viagem para a Espanha, pois espero que, de passagem, estarei convosco e que para lá seja por vós encaminhado, depois de haver primeiro desfrutado um pouco a vossa companhia.

 

 15:25 Mas, agora, estou de partida para Jerusalém, a serviço dos santos.

 

 15:26 Porque aprouve à Macedônia e à Acaia levantar uma coleta em benefício dos pobres dentre os santos que vivem em Jerusalém.

 

 15:27 Isto lhes pareceu bem, e mesmo lhes são devedores; porque, se os gentios têm sido participantes dos valores espirituais dos judeus, devem também servi-los com bens materiais.

 

 15:28 Tendo, pois, concluído isto e havendo-lhes consignado este fruto, passando por vós, irei à Espanha.

 

 15:29 E bem sei que, ao visitar-vos, irei na plenitude da bênção de Cristo.

 

30-33 Paulo pede as orações

 

15:30 Rogo-vos, pois, irmãos, por nosso Senhor Jesus Cristo e também pelo amor do Espírito, que luteis juntamente comigo nas orações a Deus a meu favor,

 

 15:31 para que eu me veja livre dos rebeldes que vivem na Judéia, e que este meu serviço em Jerusalém seja bem aceito pelos santos;

 

 15:32 a fim de que, ao visitar-vos, pela vontade de Deus, chegue à vossa presença com alegria e possa recrear-me convosco.

 

 15:33 E o Deus da paz seja com todos vós. Amém!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Epístola aos Romanos

Grego

Esboço

Introdução

Linha de tempo

 

1-16:27

1 Prefácio e Saudação 1-15

5-15 O amor do apóstolo Paulo pelos cristãos de Roma.

Seu desejo de vê-los

16-17 A justiça pela fé em Jesus Cristo. A justiça de Deus para os judeus e os gentios

18-27 A idolatria e a depravação dos homens

1.18-3.20 O pecado universal da humanidade

28-32 Entregues os gentios a reprováveis sentimentos

Notas

 

2 Gentios e judeus igualmente culpado 1-16

O juízo de Deus: 2.1-3.8

17-24 Os judeus são indesculpáveis

25-29 O verdadeiro israelita

Notas

 

3 Paulo responde as objeções 1-8

9-18 Todos homens na condição de pecadores

9-20 Pecado universal

19-20 O judeu não constitui exceção

21-31 Justificação pela fé em Cristo

3.21-5.21 Justiça de Deus para justificação

Notas

 

4 Provada pelo exemplo de Abraão. Abraão justificado pela fé

Notas

 

5 Justificação pela fé e paz com Deus. Benção garantida para os justos

1-11

12-21  Adão e Cristo. O novo Adão: enraizado na obediência de Cristo

Notas

 

6 Livres do pecado pela graça 1-15

Cap. 6-8 A Graça reina através da justiça de Deus. Quebrado o domínio do pecado e sua influência resistida

15-23 A lei, a escravidão e a graça

Notas

 

7 A analogia do casamento 1-7

7-25 A lei e o pecado

Notas

 

8 Nenhuma condenação. O pendor do Espírito 1-11

Aqueles que vivem pelo Espírito provam ser vitoriosos sobre a carne

12-17 Filhos e herdeiros

18-25 Os sofrimentos do presente e as glórias do porvir

26-30 A intercessão do Espírito

31-39 As provas e a certeza do amor de Deus

Notas

 

9 Paulo e a incredulidade dos judeus 1-5

Cap. 9-11 Deus demonstra sua justiça nos judeus e gentios

A justiça de Deus estabelecida na história

6-13 A rejeição de Israel não é incompatível com as promessas de Deus

14-18 A rejeição de Israel não é incompatível com a justiça de Deus

19-33 A soberania de Deus

Notas

 

10 Os judeus rejeitam a justiça de Deus 1-15

Cap. 10 A justiça de Deus recebida somente pela fé

16-21 Israel não pode alegar falta de oportunidade

Notas

 

11 O futuro de Israel 1-10

Cap. 11 A justiça de Deus revelada nos judeus e gentios

11-24 A rejeição de Israel não é final

25-32 O último designo de Deus é misericórdia para com todos

33-36 A maravilhosa sabedoria dos designos divinos

Notas

 

12 A nova vida 1-2

3-8 O devido uso de dons espirituais

9-21 As virtudes recomendadas  

Notas

 

13 Da obediência às autoridades 1-7

Cap. 13 Realidades da vida política e social

8-10 O amor ao próximo é o cumprimento da lei

11-14 O dia está próximo

Notas

 

14 A tolerância para os fracos na fé 1-12

14.1-15.3 Na comunhão de fracos e fortes

13-23 A liberdade e a caridade

Notas

 

15 A imitação a Cristo. A simpatia e o altruísmo 1-13

14-21 A explicação de Paulo

15.14-16.27 Os planos de Paulo e as saudações conclusivas

30-33 Paulo pede as orações

Notas

 

16 Paulo recomenda a Febe 1-2

3-16 Saudações de Paulo aos cristãos em Roma

17-20 As admoestações. Advertências de Paulo contra inimigos e certeza de sua derrota

25-27 Doxologia apostólica de Paulo

Notas

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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1-33

 

15 A imitação a Cristo. A simpatia e o altruísmo 1-13

 

15:1 Ora, nós que somos fortes devemos suportar as debilidades dos fracos e não agradar-nos a nós mesmos.

 

 15:2 Portanto, cada um de nós agrade ao próximo no que é bom para edificação.

 

 15:3 Porque também Cristo não se agradou a si mesmo; antes, como está escrito: As injúrias dos que te ultrajavam caíram sobre mim.

 

 15:4 Pois tudo quanto, outrora, foi escrito para o nosso ensino foi escrito, a fim de que, pela paciência e pela consolação das Escrituras, tenhamos esperança.

 

 15:5 Ora, o Deus da paciência e da consolação vos conceda o mesmo sentir de uns para com os outros, segundo Cristo Jesus,

 

 15:6 para que concordemente e a uma voz glorifiqueis ao Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo.

 

 15:7 Portanto, acolhei-vos uns aos outros, como também Cristo nos acolheu para a glória de Deus.

 

 15:8 Digo, pois, que Cristo foi constituído ministro da circuncisão, em prol da verdade de Deus, para confirmar as promessas feitas aos nossos pais;

 

 15:9 e para que os gentios glorifiquem a Deus por causa da sua misericórdia, como está escrito: Por isso, eu te glorificarei entre os gentios e cantarei louvores ao teu nome.

 

 15:10 E também diz: Alegrai-vos, ó gentios, com o seu povo.

 

 15:11 E ainda: Louvai ao Senhor, vós todos os gentios, e todos os povos o louvem.

 

 15:12 Também Isaías diz: Haverá a raiz de Jessé, aquele que se levanta para governar os gentios; nele os gentios esperarão.

 

 15:13 E o Deus da esperança vos encha de todo o gozo e paz no vosso crer, para que sejais ricos de esperança no poder do Espírito Santo.

 

14-21 A explicação de Paulo

15.14-16.27 Os planos de Paulo e as saudações conclusivas

 

15:14 E certo estou, meus irmãos, sim, eu mesmo, a vosso respeito, de que estais possuídos de bondade, cheios de todo o conhecimento, aptos para vos admoestardes uns aos outros.

 

 15:15 Entretanto, vos escrevi em parte mais ousadamente, como para vos trazer isto de novo à memória, por causa da graça que me foi outorgada por Deus,

 

 15:16 para que eu seja ministro de Cristo Jesus entre os gentios, no sagrado encargo de anunciar o evangelho de Deus, de modo que a oferta deles seja aceitável, uma vez santificada pelo Espírito Santo.

 

 15:17 Tenho, pois, motivo de gloriar-me em Cristo Jesus nas coisas concernentes a Deus.

 

 15:18 Porque não ousarei discorrer sobre coisa alguma, senão sobre aquelas que Cristo fez por meu intermédio, para conduzir os gentios à obediência, por palavra e por obras,

 

 15:19 por força de sinais e prodígios, pelo poder do Espírito Santo; de maneira que, desde Jerusalém e circunvizinhanças até ao Ilírico, tenho divulgado o evangelho de Cristo,

 

 15:20 esforçando-me, deste modo, por pregar o evangelho, não onde Cristo já fora anunciado, para não edificar sobre fundamento alheio;

 

 15:21 antes, como está escrito: Hão de vê-lo aqueles que não tiveram notícia dele, e compreendê-lo os que nada tinham ouvido a seu respeito.

 

Os planos de Paulo para visitar Roma: 22-23

 

15:22 Essa foi a razão por que também, muitas vezes, me senti impedido de visitar-vos.

 

 15:23 Mas, agora, não tendo já campo de atividade nestas regiões e desejando há muito visitar-vos,

 

Paulo pede as orações

 

15:24 penso em fazê-lo quando em viagem para a Espanha, pois espero que, de passagem, estarei convosco e que para lá seja por vós encaminhado, depois de haver primeiro desfrutado um pouco a vossa companhia.

 

 15:25 Mas, agora, estou de partida para Jerusalém, a serviço dos santos.

 

 15:26 Porque aprouve à Macedônia e à Acaia levantar uma coleta em benefício dos pobres dentre os santos que vivem em Jerusalém.

 

 15:27 Isto lhes pareceu bem, e mesmo lhes são devedores; porque, se os gentios têm sido participantes dos valores espirituais dos judeus, devem também servi-los com bens materiais.

 

 15:28 Tendo, pois, concluído isto e havendo-lhes consignado este fruto, passando por vós, irei à Espanha.

 

 15:29 E bem sei que, ao visitar-vos, irei na plenitude da bênção de Cristo.

 

30-33 Paulo pede as orações

 

15:30 Rogo-vos, pois, irmãos, por nosso Senhor Jesus Cristo e também pelo amor do Espírito, que luteis juntamente comigo nas orações a Deus a meu favor,

 

 15:31 para que eu me veja livre dos rebeldes que vivem na Judéia, e que este meu serviço em Jerusalém seja bem aceito pelos santos;

 

 15:32 a fim de que, ao visitar-vos, pela vontade de Deus, chegue à vossa presença com alegria e possa recrear-me convosco.

 

 15:33 E o Deus da paz seja com todos vós. Amém!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Romanos

ARA  1  2  3  4  5   6  7  8  9  10  11  12  13  14  15  16

NOTAS 1  2  3  4  5  6  7  8  9  10  11  12  13  14  15  16

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Tema

Todos homens na condição de pecadores Rm 3.9-18

VERSÍCULO TEMA

Versiculo: Rm 3:9-12 — "Que se conclui? Temos nós qualquer vantagem? Não, de forma nenhuma; pois já temos demonstrado que todos, tanto judeus como gregos, estão debaixo do pecado; como está escrito: Não há justo, nem um sequer, não há quem entenda, não há quem busque a Deus; todos se extraviaram, à uma se fizeram inúteis; não há quem faça o bem, não há nem um sequer."

INTRODUÇÃO GERAL

A Universalidade do Pecado e a Condição Humana Diante de Deus

Nesta seção da Epístola aos Romanos, o apóstolo Paulo apresenta um dos diagnósticos mais profundos e contundentes sobre a natureza humana em toda a Escritura. Após argumentar individualmente sobre a culpa dos gentios e dos judeus nos capítulos anteriores, ele agora une toda a humanidade sob um mesmo veredito: o pecado universal.

Os versículos 9 a 18 funcionam como um tribunal onde Paulo utiliza uma série de citações do Antigo Testamento para provar que a corrupção moral não é um problema de alguns, mas uma condição inerente a todos, independentemente de religiosidade ou origem.

Ele descreve uma depravação total que afeta o intelecto, a vontade, a fala e as ações do homem, culminando na ausência completa do temor de Deus.

Esta introdução serve para despir o ser humano de qualquer autossuficiência ou justiça própria, estabelecendo o fundamento de que, se todos estão igualmente perdidos sob o poder do pecado, todos dependem desesperadamente da mesma fonte de salvação e graça divina.

TÓPICO 1

1. O peso da culpa

Pontos / Versículo chave

.Reflexão
.Falar sobre
.Meditgar sobre
.Hino louvor

Versiculo: Rm 3:9-12 — "Que se conclui? Temos nós qualquer vantagem? Não, de forma nenhuma; pois já temos demonstrado que todos, tanto judeus como gregos, estão debaixo do pecado; como está escrito: Não há justo, nem um sequer, não há quem entenda, não há quem busque a Deus; todos se extraviaram, à uma se fizeram inúteis; não há quem faça o bem, não há nem um sequer."

Paulo elimina qualquer possibilidade de superioridade moral ou religiosa. Ele utiliza o termo “debaixo do pecado” para descrever a humanidade não apenas como cometendo erros, mas como estando sob o domínio e a autoridade de uma força escravizadora. O apóstolo enfatiza que a corrupção atingiu o intelecto (“não há quem entenda”) e a vontade (“não há quem busque”), resultando em uma total incapacidade de o homem salvar a si mesmo por seus próprios méritos.

Devemos abandonar a autossuficiência e a tendência de nos compararmos com os outros para nos sentirmos "bons". A consciência de que somos todos igualmente pecadores deve gerar em nós humildade e uma dependência absoluta da misericórdia divina, eliminando o orgulho espiritual.

Em uma sociedade que prega a "bondade nata" do ser humano ou o relativismo moral, este texto confronta o otimismo humanista, revelando que, sem a intervenção de Deus, a inclinação natural do coração humano é o desvio e o egoísmo.

Salmos 14:1-3; Salmos 53:1-3; Eclesiastes 7:20.

TÓPICO 2

2. Condição Humana Diante de Deus

Pontos / Versículo chave

.sobre a humanidade
.Falar sobre
.Meditgar sobre
.Hino louvor

Versiculo: Rm 3:9-12 — "Que se conclui? Temos nós qualquer vantagem? Não, de forma nenhuma; pois já temos demonstrado que todos, tanto judeus como gregos, estão debaixo do pecado; como está escrito: Não há justo, nem um sequer, não há quem entenda, não há quem busque a Deus; todos se extraviaram, à uma se fizeram inúteis; não há quem faça o bem, não há nem um sequer."

Temos nós qualquer vantagem? Não, de forma nenhuma; pois já temos demonstrado que todos, tanto judeus como gregos, estão debaixo do pecado; como está escrito: Não h

Devemos abandonar a autossuficiência e a tendência de nos compararmos com os outros para nos sentirmos "bons". A consciência de que somos todos igualmente pecadores deve gerar em nós humildade e uma dependência absoluta da misericórdia divina, eliminando o orgulho espiritual.

Em uma sociedade que prega a "bondade nata" do ser humano ou o relativismo moral, este texto confronta o otimismo humanista, revelando que, sem a intervenção de Deus, a inclinação natural do coração humano é o desvio e o egoísmo.

Salmos 14:1-3; Salmos 53:1-3; Eclesiastes 7:20.

TÓPICO 3

3. A Universalidade do Pecado

Pontos / Versículo chave

Versiculo: Rm 3:9-12 — "Que se conclui? Temos nós qualquer vantagem? Não, de forma nenhuma; pois já temos demonstrado que todos, tanto judeus como gregos, estão debaixo do pecado; como está escrito: Não há justo, nem um sequer, não há quem entenda, não há quem busque a Deus; todos se extraviaram, à uma se fizeram inúteis; não há quem faça o bem, não há nem um sequer."

Não há justo, nem um sequer, não há quem entenda, não há quem busque a Deus; todos se extraviaram, à uma se fizeram inúteis; não há quem faça o bem, não há nem um sequer.”

Devemos abandonar a autossuficiência e a tendência de nos compararmos com os outros para nos sentirmos "bons". A consciência de que somos todos igualmente pecadores deve gerar em nós humildade e uma dependência absoluta da misericórdia divina, eliminando o orgulho espiritual.

Em uma sociedade que prega a "bondade nata" do ser humano ou o relativismo moral, este texto confronta o otimismo humanista, revelando que, sem a intervenção de Deus, a inclinação natural do coração humano é o desvio e o egoísmo.

Salmos 14:1-3; Salmos 53:1-3; Eclesiastes 7:20.