1-29
2
2:1 Filhinhos meus, estas coisas
vos escrevo para que não pequeis. Se, todavia, alguém pecar, temos Advogado
junto ao Pai, Jesus Cristo, o Justo;
2:2 e ele é a propiciação pelos
nossos pecados e não somente pelos nossos próprios, mas ainda pelos do mundo
inteiro.
2:3 Ora, sabemos que o temos
conhecido por isto: se guardamos os seus mandamentos.
2:4 Aquele que diz: Eu o conheço
e não guarda os seus mandamentos é mentiroso, e nele não está a verdade.
2:5 Aquele, entretanto, que
guarda a sua palavra, nele, verdadeiramente, tem sido aperfeiçoado o amor de
Deus. Nisto sabemos que estamos nele:
2:6 aquele que diz que permanece
nele, esse deve também andar assim como ele andou.
7-11 O antigo e o novo mandamento: o amor fraternal
2:7 Amados, não vos escrevo
mandamento novo, senão mandamento antigo, o qual, desde o princípio, tivestes.
Esse mandamento antigo é a palavra que ouvistes.
2:8 Todavia, vos escrevo novo
mandamento, aquilo que é verdadeiro nele e em vós, porque as trevas se vão
dissipando, e a verdadeira luz já brilha.
2:9 Aquele que diz estar na luz
e odeia a seu irmão, até agora, está nas trevas.
2:10 Aquele que ama a seu irmão
permanece na luz, e nele não há nenhum tropeço.
2:11 Aquele, porém, que odeia a
seu irmão está nas trevas, e anda nas trevas, e não sabe para onde vai, porque
as trevas lhe cegaram os olhos.
12-14 A vitória sobre o maligno
2:12 Filhinhos, eu vos escrevo,
porque os vossos pecados são perdoados, por causa do seu nome.
2:13 Pais, eu vos escrevo,
porque conheceis aquele que existe desde o princípio. Jovens, eu vos escrevo,
porque tendes vencido o Maligno.
2:14 Filhinhos, eu vos escrevi,
porque conheceis o Pai. Pais, eu vos escrevi, porque conheceis aquele que
existe desde o princípio. Jovens, eu vos escrevi, porque sois fortes, e a
palavra de Deus permanece em vós, e tendes vencido o Maligno.
15-17 Não se deve amar o
mundo
2:15 Não ameis o mundo nem as
coisas que há no mundo. Se alguém amar o mundo, o amor do Pai não está nele;
2:16 porque tudo que há no
mundo, a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da
vida, não procede do Pai, mas procede do mundo.
2:17 Ora, o mundo passa, bem
como a sua concupiscência; aquele, porém, que faz a vontade de Deus permanece
eternamente.
18-26 Os anticristos
2:18 Filhinhos, já é a última
hora; e, como ouvistes que vem o anticristo, também, agora, muitos anticristos
têm surgido; pelo que conhecemos que é a última hora.
2:19 Eles saíram de nosso meio;
entretanto, não eram dos nossos; porque, se tivessem sido dos nossos, teriam
permanecido conosco; todavia, eles se foram para que ficasse manifesto que
nenhum deles é dos nossos.
2:20 E vós possuís unção que vem
do Santo e todos tendes conhecimento.
2:21 Não vos escrevi porque não
saibais a verdade; antes, porque a sabeis, e porque mentira alguma jamais
procede da verdade.
2:22 Quem é o mentiroso, senão
aquele que nega que Jesus é o Cristo? Este é o anticristo, o que nega o Pai e o
Filho.
2:23 Todo aquele que nega o
Filho, esse não tem o Pai; aquele que confessa o Filho tem igualmente o Pai.
2:24 Permaneça em vós o que
ouvistes desde o princípio. Se em vós permanecer o que desde o princípio
ouvistes, também permanecereis vós no Filho e no Pai.
2:25 E esta é a promessa que ele
mesmo nos fez, a vida eterna.
2:26 Isto que vos acabo de
escrever é acerca dos que vos procuram enganar.
27-29 A unção do Espírito Santo
2:27 Quanto a vós outros, a
unção que dele recebestes permanece em vós, e não tendes necessidade de que
alguém vos ensine; mas, como a sua unção vos ensina a respeito de todas as coisas,
e é verdadeira, e não é falsa, permanecei nele, como também ela vos ensinou.
2:28 Filhinhos, agora, pois,
permanecei nele, para que, quando ele se manifestar, tenhamos confiança e dele
não nos afastemos envergonhados na sua vinda.
2:29 Se sabeis que ele é justo,
reconhecei também que todo aquele que pratica a justiça é nascido dele.
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sergiovalentin
A primeira Epístola do
Apóstolo Paulo aos Coríntios
Autor
Esta
carta contém o nome de Paulo como sendo o autor. Não existe questionamento
sério contrário à afirmação de que Paulo tenha sido o autor das cartas aos
Coríntios. Estas epístolas são reconhecidas,
por todos, como sendo fundamentais para o nosso entendimento do apóstolo Paulo,
do seu ministério, e da sua mensagem.
Data e Ocasião
Paulo
esclarece no versículo 16.8 que escreveu esta carta quando estava em Éfeso,
durante a terceira viagem missionária (53-57 d.C.). Tendo em vista que o
apóstolo ficou em Éfeso por mais de dois anos (At 19.8, 10), 1 Coríntios foi
escrito em torno de 55 d.C.
Embora
Lucas não diga nada sobre esta correspondência no livro de Atos, ele fornece
algumas informações importantes sobre a fundação da igreja, em Corinto, durante
a segunda viagem missionária de Paulo (50-52 d.C.; At 18.1-11). Paulo chegou em Corinto depois de sua visita
a Atenas (At 17.16-34), uma experiência que havia renovado em sua mente sua
convicção da tolice da sabedoria humana.
Evidentemente, este incidente com os filósofos atenienses havia
aumentado a determinação de Paulo para com a pregação da mensagem simples da
cruz, não importando quão ofensiva fosse considerada por alguns (2.1-5). Segundo, com o apoio de um casal cristão
influente, Áquila e Priscila (16.19), Paulo pregou na sinagoga até que a
oposição judaica lhe forçou a focalizar o seu ministério aos gentios. Terceiro, a congregação cristã em Corinto,
composta de judeus e gentios, floresceu dramaticamente (At 18.8-10). Finalmente
o ministério de Paulo em Corinto foi razoavelmente longo (durou mais do
que dezoito meses conforme At 18.11, 18).
Paulo tinha razões para esperar que os cristãos coríntios tivessem um
pouco de maturidade espiritual.
Esta
carta revela que a igreja de Corinto, em vez de amadurecer nesse período
intermediário, desenvolveu uma quantidade espantosa de problemas sérios, tais
como: Divisão, abuso dos sacramentos, desordem durante os cultos, problemas
teológicos, e os extremos da falta de escrúpulos e um ascetismo doentio. O que aconteceu? Corinto era uma das maiores cidades do mundo
romano e uma das mais corruptas (At 18.1, nota). Sendo um centro estratégico de comércio, a
cidade buscava proporcionar prazeres internacionais. Nesse cenário os cristãos se polarizaram,
alguns insistindo que a sua associação com os pecadores era permissível e
necessária, e outros argumentando que um certo isolamento era essencial para
preservar a santidade. Essas tendências
opostas se descontrolaram em Corinto e ameaçaram o futuro daquela congregação.
Podemos
inferir, de 5.9, que Paulo tinha enviado uma carta anterior à igreja (que não
sobreviveu ao passar do tempo) exortando os crentes coríntios para que se
separassem dos cristãos imorais. Esta
carta também deve ter contido um pedido de oferta (16.1-4), e provavelmente
outras instruções relacionadas a problemas na congregação. Esses problemas não acabaram. Eventualmente, o apóstolo recebeu relatos de
que a igreja em Corinto estava sendo despedaçada pelas divisões internas,
especialmente como resultado da ação de alguns na congregação que viam a si
mesmos como sendo mais espirituais ou inteligentes do que os outros irmãos
(1.11, 12; 3.1-4; 8.1-3). Paulo também
soube de outras coisas: críticas feitas a ele, imoralidade desenfreada, e
processos judiciais entre cristãos (4.1-4; 5.1; 6.1-6). Além disso, a própria igreja havia escrito a
Paulo pedindo instruções sobre tais questões como casamentos e divórcios,
comida oferecida aos ídolos, dons espirituais, e o método que Paulo estava
utilizando para a sua coleta (7.1, 25; 8.1; 12.1; 16.1). Eles também pediram uma visita de Apolo
(16.12). O apóstolo havia sido confrontado com uma tarefa enorme, e esta longa
carta aos Coríntios foi uma tentativa de tratar o problema.
Características e Temas
O
conteúdo da carta é determinado pelos tipos de problemas que apareceram em
Corinto. Muitos estudiosos têm sugerido que ela seja entendida como um
tratamento não sistemático baseado na distinção entre as questões que tinham
sido relatadas a Paulo (caps. 16) e problemas que os coríntios tinham
levantado na carta que enviaram a Paulo (caps. 716). Tal esboço nos fornece
uma visão panorâmica valiosa. Atrás da grande diversidade de questões abordadas
nesta carta existem alguns problemas profundos e recorrentes. Desafios à autoridade de Paulo, orgulho sobre
a espiritualidade pessoal, e especialmente uma falta de amor eram questões
fundamentais que o apóstolo precisava tratar.
No decorrer deste tratamento, o apóstolo declara o seu ensino sobre
doutrinas importantes incluindo a soberania de Deus, a natureza da igreja, a
santificação, e a ressurreição corporal.
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sergiovalentin
A primeira Epístola do
Apóstolo Paulo aos Coríntios
Autor
Esta
carta contém o nome de Paulo como sendo o autor. Não existe questionamento
sério contrário à afirmação de que Paulo tenha sido o autor das cartas aos
Coríntios. Estas epístolas são reconhecidas,
por todos, como sendo fundamentais para o nosso entendimento do apóstolo Paulo,
do seu ministério, e da sua mensagem.
Data e Ocasião
Paulo
esclarece no versículo 16.8 que escreveu esta carta quando estava em Éfeso,
durante a terceira viagem missionária (53-57 d.C.). Tendo em vista que o
apóstolo ficou em Éfeso por mais de dois anos (At 19.8, 10), 1 Coríntios foi
escrito em torno de 55 d.C.
Embora
Lucas não diga nada sobre esta correspondência no livro de Atos, ele fornece
algumas informações importantes sobre a fundação da igreja, em Corinto, durante
a segunda viagem missionária de Paulo (50-52 d.C.; At 18.1-11). Paulo chegou em Corinto depois de sua visita
a Atenas (At 17.16-34), uma experiência que havia renovado em sua mente sua
convicção da tolice da sabedoria humana.
Evidentemente, este incidente com os filósofos atenienses havia
aumentado a determinação de Paulo para com a pregação da mensagem simples da
cruz, não importando quão ofensiva fosse considerada por alguns (2.1-5). Segundo, com o apoio de um casal cristão
influente, Áquila e Priscila (16.19), Paulo pregou na sinagoga até que a
oposição judaica lhe forçou a focalizar o seu ministério aos gentios. Terceiro, a congregação cristã em Corinto,
composta de judeus e gentios, floresceu dramaticamente (At 18.8-10). Finalmente
o ministério de Paulo em Corinto foi razoavelmente longo (durou mais do
que dezoito meses conforme At 18.11, 18).
Paulo tinha razões para esperar que os cristãos coríntios tivessem um
pouco de maturidade espiritual.
Esta
carta revela que a igreja de Corinto, em vez de amadurecer nesse período
intermediário, desenvolveu uma quantidade espantosa de problemas sérios, tais
como: Divisão, abuso dos sacramentos, desordem durante os cultos, problemas
teológicos, e os extremos da falta de escrúpulos e um ascetismo doentio. O que aconteceu? Corinto era uma das maiores cidades do mundo
romano e uma das mais corruptas (At 18.1, nota). Sendo um centro estratégico de comércio, a
cidade buscava proporcionar prazeres internacionais. Nesse cenário os cristãos se polarizaram,
alguns insistindo que a sua associação com os pecadores era permissível e
necessária, e outros argumentando que um certo isolamento era essencial para
preservar a santidade. Essas tendências
opostas se descontrolaram em Corinto e ameaçaram o futuro daquela congregação.
Podemos
inferir, de 5.9, que Paulo tinha enviado uma carta anterior à igreja (que não
sobreviveu ao passar do tempo) exortando os crentes coríntios para que se
separassem dos cristãos imorais. Esta
carta também deve ter contido um pedido de oferta (16.1-4), e provavelmente
outras instruções relacionadas a problemas na congregação. Esses problemas não acabaram. Eventualmente, o apóstolo recebeu relatos de
que a igreja em Corinto estava sendo despedaçada pelas divisões internas,
especialmente como resultado da ação de alguns na congregação que viam a si
mesmos como sendo mais espirituais ou inteligentes do que os outros irmãos
(1.11, 12; 3.1-4; 8.1-3). Paulo também
soube de outras coisas: críticas feitas a ele, imoralidade desenfreada, e
processos judiciais entre cristãos (4.1-4; 5.1; 6.1-6). Além disso, a própria igreja havia escrito a
Paulo pedindo instruções sobre tais questões como casamentos e divórcios,
comida oferecida aos ídolos, dons espirituais, e o método que Paulo estava
utilizando para a sua coleta (7.1, 25; 8.1; 12.1; 16.1). Eles também pediram uma visita de Apolo
(16.12). O apóstolo havia sido confrontado com uma tarefa enorme, e esta longa
carta aos Coríntios foi uma tentativa de tratar o problema.
Características e Temas
O
conteúdo da carta é determinado pelos tipos de problemas que apareceram em
Corinto. Muitos estudiosos têm sugerido que ela seja entendida como um
tratamento não sistemático baseado na distinção entre as questões que tinham
sido relatadas a Paulo (caps. 16) e problemas que os coríntios tinham
levantado na carta que enviaram a Paulo (caps. 716). Tal esboço nos fornece
uma visão panorâmica valiosa. Atrás da grande diversidade de questões abordadas
nesta carta existem alguns problemas profundos e recorrentes. Desafios à autoridade de Paulo, orgulho sobre
a espiritualidade pessoal, e especialmente uma falta de amor eram questões
fundamentais que o apóstolo precisava tratar.
No decorrer deste tratamento, o apóstolo declara o seu ensino sobre
doutrinas importantes incluindo a soberania de Deus, a natureza da igreja, a
santificação, e a ressurreição corporal.
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sergiovalentin
A primeira Epístola do
Apóstolo Paulo aos Coríntios
Autor
Esta
carta contém o nome de Paulo como sendo o autor. Não existe questionamento
sério contrário à afirmação de que Paulo tenha sido o autor das cartas aos
Coríntios. Estas epístolas são reconhecidas,
por todos, como sendo fundamentais para o nosso entendimento do apóstolo Paulo,
do seu ministério, e da sua mensagem.
Data e Ocasião
Paulo
esclarece no versículo 16.8 que escreveu esta carta quando estava em Éfeso,
durante a terceira viagem missionária (53-57 d.C.). Tendo em vista que o
apóstolo ficou em Éfeso por mais de dois anos (At 19.8, 10), 1 Coríntios foi
escrito em torno de 55 d.C.
Embora
Lucas não diga nada sobre esta correspondência no livro de Atos, ele fornece
algumas informações importantes sobre a fundação da igreja, em Corinto, durante
a segunda viagem missionária de Paulo (50-52 d.C.; At 18.1-11). Paulo chegou em Corinto depois de sua visita
a Atenas (At 17.16-34), uma experiência que havia renovado em sua mente sua
convicção da tolice da sabedoria humana.
Evidentemente, este incidente com os filósofos atenienses havia
aumentado a determinação de Paulo para com a pregação da mensagem simples da
cruz, não importando quão ofensiva fosse considerada por alguns (2.1-5). Segundo, com o apoio de um casal cristão
influente, Áquila e Priscila (16.19), Paulo pregou na sinagoga até que a
oposição judaica lhe forçou a focalizar o seu ministério aos gentios. Terceiro, a congregação cristã em Corinto,
composta de judeus e gentios, floresceu dramaticamente (At 18.8-10). Finalmente
o ministério de Paulo em Corinto foi razoavelmente longo (durou mais do
que dezoito meses conforme At 18.11, 18).
Paulo tinha razões para esperar que os cristãos coríntios tivessem um
pouco de maturidade espiritual.
Esta
carta revela que a igreja de Corinto, em vez de amadurecer nesse período
intermediário, desenvolveu uma quantidade espantosa de problemas sérios, tais
como: Divisão, abuso dos sacramentos, desordem durante os cultos, problemas
teológicos, e os extremos da falta de escrúpulos e um ascetismo doentio. O que aconteceu? Corinto era uma das maiores cidades do mundo
romano e uma das mais corruptas (At 18.1, nota). Sendo um centro estratégico de comércio, a
cidade buscava proporcionar prazeres internacionais. Nesse cenário os cristãos se polarizaram,
alguns insistindo que a sua associação com os pecadores era permissível e
necessária, e outros argumentando que um certo isolamento era essencial para
preservar a santidade. Essas tendências
opostas se descontrolaram em Corinto e ameaçaram o futuro daquela congregação.
Podemos
inferir, de 5.9, que Paulo tinha enviado uma carta anterior à igreja (que não
sobreviveu ao passar do tempo) exortando os crentes coríntios para que se
separassem dos cristãos imorais. Esta
carta também deve ter contido um pedido de oferta (16.1-4), e provavelmente
outras instruções relacionadas a problemas na congregação. Esses problemas não acabaram. Eventualmente, o apóstolo recebeu relatos de
que a igreja em Corinto estava sendo despedaçada pelas divisões internas,
especialmente como resultado da ação de alguns na congregação que viam a si
mesmos como sendo mais espirituais ou inteligentes do que os outros irmãos
(1.11, 12; 3.1-4; 8.1-3). Paulo também
soube de outras coisas: críticas feitas a ele, imoralidade desenfreada, e
processos judiciais entre cristãos (4.1-4; 5.1; 6.1-6). Além disso, a própria igreja havia escrito a
Paulo pedindo instruções sobre tais questões como casamentos e divórcios,
comida oferecida aos ídolos, dons espirituais, e o método que Paulo estava
utilizando para a sua coleta (7.1, 25; 8.1; 12.1; 16.1). Eles também pediram uma visita de Apolo
(16.12). O apóstolo havia sido confrontado com uma tarefa enorme, e esta longa
carta aos Coríntios foi uma tentativa de tratar o problema.
Características e Temas
O
conteúdo da carta é determinado pelos tipos de problemas que apareceram em
Corinto. Muitos estudiosos têm sugerido que ela seja entendida como um
tratamento não sistemático baseado na distinção entre as questões que tinham
sido relatadas a Paulo (caps. 16) e problemas que os coríntios tinham
levantado na carta que enviaram a Paulo (caps. 716). Tal esboço nos fornece
uma visão panorâmica valiosa. Atrás da grande diversidade de questões abordadas
nesta carta existem alguns problemas profundos e recorrentes. Desafios à autoridade de Paulo, orgulho sobre
a espiritualidade pessoal, e especialmente uma falta de amor eram questões
fundamentais que o apóstolo precisava tratar.
No decorrer deste tratamento, o apóstolo declara o seu ensino sobre
doutrinas importantes incluindo a soberania de Deus, a natureza da igreja, a
santificação, e a ressurreição corporal.
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sergiovalentin